O Meu Percurso · Módulo 1 · 1 de setembro de 2026

Auditoria do Mapa da Mudança

Quatro auditores independentes compararam o protótipo com o briefing da Sónia e com o conteúdo do Módulo 1. Nenhum deles leu a minha spec como verdade. Isto é o que encontraram, organizado por quem decide o quê.

39erros meus, a corrigir
8afirmações falsas na minha spec
5decisões que são da Sónia
3achados que rejeitei

O achado que resume todos os outros

O briefing da Sónia repete, em três secções diferentes, que não quer um formulário e que quer um mapa que a participante constrói. O que eu construí é uma lista de dez linhas que abre um formulário, com uma ilustração por cima. O mapa não recebe toque, e no ecrã onde ela trabalha o mapa nem sequer mostra o nome das áreas.

A linguagem do traço é boa e responde de facto à pergunta que ela deixou em aberto sobre o movimento. Mas o gesto central que ela pediu não foi construído.

Não precisa de decisão · erros meus

Contraria o que a Sónia pediu

C1O mapa não é a superfície de trabalhoCrítico

"mapa pessoal dinâmico, e não como uma sequência de campos para preencher" · briefing, secção 2

Ela entra num ecrã de texto, carrega num botão, e trabalha numa lista. O SVG não tem um único ouvinte de toque, e no ecrã do mapa é desenhado sem rótulos, portanto as áreas ali são anónimas. Correção: cada posição do mapa passa a ser um alvo de toque com nome visível, e a lista fica como índice, não como caminho principal.

C2Mostra áreas, não mostra relaçõesCrítico

"a ferramenta deve permitir visualizar relações" · briefing, secção 5

A Sónia dá o exemplo exato: carreira mais tempo mais identidade, e a participante percebe que talvez o problema não seja só o trabalho. No código cada área é um traço radial isolado. Não existe uma única linha que ligue duas áreas. O espelho agrupa em texto, que é outra coisa.

C3O espelho deixou de ser opcionalAlto

"Quer que eu o ajude a identificar padrões nas suas respostas?" · briefing, secção 6

Ela desenha um convite, com resposta dela. O meu espelho aparece sempre, sem perguntar. E este desvio não estava declarado na spec.

C4Quando não há padrão, o espelho cala-seAlto

"pode não encontrar qualquer padrão evidente, e isso também é informação" · briefing, secção 5

O código só fala quando encontra grupos de dois ou mais. A participante sem padrão recebe um espelho quase vazio e vai lê-lo como falha dela.

C5Falta a representação visual dentro de cada bloco finalAlto

Debaixo de cada um dos quatro blocos, o briefing escreve "[representação visual]" · secção 7

Os quatro títulos estão literais e o campo dela está preservado, mas cada bloco entrega só texto. Há um mapa único no topo, partilhado pelos quatro.

C6A síntese repete cada resposta duas vezesAlto

"Não uma página cheia de respostas" · briefing, secção 7

Uma área em transformação aparece no bloco de movimento e outra vez no bloco da sua intenção, com o mesmo texto. Quem marcar seis áreas lê os mesmos seis textos duas vezes.

Não precisa de decisão · erros meus

Contraria o Módulo 1

C7Troquei a janela de tempo do exercícioCrítico

"Pense, preferencialmente, nos últimos cinco a dez anos" · enunciado do exercício

A ferramenta nunca diz isto, e oferece faixas cujo teto é "há mais de três anos". Uma mudança de sete anos e uma de trinta ficam indistinguíveis. E o teto está desenhado no mapa que ela leva, com "3 anos" escrito no anel exterior.

C8Cortei duas das seis perguntas, sem declararCrítico

Perguntas 3 e 5 de "Depois de preencher"

Caíram "Consegue distinguir mudanças que escolheu de mudanças que simplesmente aconteceram?" e "Há alguma mudança que esteja a afetar outras áreas da sua vida?". A primeira é a que sustenta uma das quatro leituras finais do módulo, que sem ela fica impossível. A segunda é a que liga o exercício à ideia de que uma mudança atravessa várias áreas.

C9Três das quatro instruções de abertura desapareceramAlto

O enunciado diz que o exercício não identifica problemas nem avalia decisões passadas, que não há resposta certa, e que o importante é observar e reconhecer. O meu ecrã de entrada fala de dez áreas, de vinte minutos e de armazenamento.

C10"Como interpretar o que encontrou" não foi transpostaAlto

A secção inteira ficou de fora, incluindo a leitura do caso em que as mudanças se concentram numa só dimensão, que não tem equivalente nenhum na ferramenta.

C11O campo de estado fecha portas em vez de abrirAlto

Marcar "está estável" faz desaparecer as quatro colunas do módulo para aquela área, e apaga-a da síntese. Na grelha em papel, essa linha continua a ter quatro células que ela pode preencher como quiser. O instrumento passou a pedir o veredicto antes da observação.

C12O contador é uma pontuação de completudeAlto

"não tem uma pontuação nem um resultado certo"

"Tocou em 3 de dez áreas" tem denominador fixo. Três em dez lê-se como faltar sete.

C13Os estados vazios pressupõem que falta mudarAlto

"Não estamos aqui para dizer às mulheres que precisam de mudar"

"Nada aqui, por enquanto" aparece três vezes, mais "ainda não assinalou" duas. O módulo descreve explicitamente a mulher que chega aos cinquenta realizada e sem necessidade de mudança. Para essa leitora, isto é um empurrão.

C14O botão de atalho contradiz o ecrã seguinteMédio

"Ver a minha síntese" salta as perguntas da segunda leitura, e o ecrã que ele salta abre com "Não passe já adiante".

C15"Dimensão" virou "área", menos em dois sítiosMédio

O módulo diz dimensão em todo o lado. A ferramenta diz área em quase todo o lado, e deixou "Outra dimensão importante" e a pergunta 1 com a palavra original.

Não precisa de decisão · erros meus

Impede de usar, ou faz perder o que ela escreveu

C16Falta a meta viewport e o charsetCrítico

Verifiquei: zero ocorrências das duas. O link publicado abre bem porque o sistema de artefactos monta o cabeçalho. O ficheiro que iria para a Cloudflare abriria a 980px de largura virtual no telemóvel, com tudo encolhido.

C17Nenhum texto chega aos 18px que a minha spec exigeCrítico

Corpo a 17px, e quase tudo abaixo disso. Os rótulos dentro do mapa estão a 10,5px e a 8,5px. Numa ferramenta para olhos com presbiopia, isto é falha de função, não de acabamento.

C18Enquanto ela escreve, nada é gravado. E o botão de guardar não guardaCrítico

Isto é pior do que eu tinha dito. O temporizador de 350 milissegundos é reiniciado a cada tecla e não tem teto: enquanto ela escrever com pausas curtas, nenhuma letra chega a ser gravada. Um parágrafo de fôlego pode passar trinta segundos sem nada no disco.

Somam-se duas coisas. Não existe nenhum ouvinte de saída da página, portanto fechar o separador ou trocar de aplicação no iPhone deita fora tudo o que estiver na janela. E o botão que diz "Guardar e voltar ao mapa" chama a mesma função adiada: o botão que promete guardar apenas reinicia o contador.

C19O aviso de falha de gravação escreve num ecrã escondidoAlto

Se o armazenamento falhar a meio, a mensagem é escrita no ecrã de entrada, que ela já não está a ver.

C20Texto desaparece em silêncio ao mudar de estadoAlto

Se ela escrever em "em transformação" e depois marcar "estável", o texto sai do ecrã, da síntese e do PDF, sem aviso e sem forma de o recuperar.

C21Ela escreve sete campos e vê umAlto

"Como me sinto perante ela", o campo livre do tempo, e as quatro respostas da segunda leitura ficam guardadas e nunca mais aparecem, nem no ecrã final nem no PDF.

C22O PDF contém só um ecrã, e corta o texto a meioCrítico

Também pior do que eu tinha dito. A folha de impressão nunca anula o estado escondido dos outros ecrãs, portanto o PDF contém apenas a síntese. As quatro respostas da segunda leitura, incluindo "Se tivesse de escolher apenas uma mudança para compreender melhor...", são escritas, guardadas, e não existem no documento que ela leva.

E o que sobrevive sai truncado. Numa resposta realista de 385 caracteres, o auditor mediu seis linhas visíveis de onze: as outras cinco não são impressas, porque uma caixa de escrita imprime só a parte visível. O campo cortado a meio é o "O que percebo agora", precisamente aquele que a ferramenta anuncia como sendo só dela.

Somam-se ainda as caixas cinzentas com borda, o texto de sugestão impresso quando o campo está vazio, e a legenda do mapa escondida, o que deixa setas e tracejados sem chave nenhuma.

C23Faixa de tempo em falta é preenchida por mimMédio

Se ela não escolher faixa, o mapa desenha o comprimento de "há menos de um ano". O desenho afirma uma coisa que ela não disse.

Não precisa de decisão · erros meus

Voz, língua e acabamento

C24O espelho afirma duração, ela respondeu percepçãoAlto

Ela responde à pergunta "quando comecei a perceber". Eu devolvo "estas andam consigo há mais de três anos". Não é a mesma proposição, e o espelho tem regra declarada de nunca acrescentar.

C25Erros de concordância no espelhoMédio

"Marcou como estável" com três áreas, "em 1 área", e "estas andam" com uma só. Só testei um caso, e os outros nunca correram.

C26A legenda tem três entradas para cinco estados desenhadosMédio

Por tocar e estável não têm entrada, e "compreender melhor" aparece truncado para "compreender", que não diz o mesmo.

C27O mapa final chama-lhes por metade do nomeMédio

"Tempo" em vez de "Tempo e disponibilidade". A metade que cai é a que diz o que a dimensão significa.

C28Frase agramatical no primeiro ecrã, e citação escolhida ao acasoMédio

"Ajuda-a a ver aquilo que já sabe, mas que ainda não tinha olhado tudo ao mesmo tempo" não fecha. E a citação em destaque no espelho é sempre a primeira da lista, não a que ela escreveu com mais força.

Não precisa de decisão · medido no aparelho

O que só apareceu quando alguém mediu

O quarto auditor não deduziu do código: carregou o protótipo, emulou o telemóvel e mediu valores reais. Onze achados que os outros três não podiam ver.

C29Com o teclado aberto no iPhone, o painel fica atrás deleCrítico

Medido a 375 por 812: o rodapé do painel começa aos 725 pixels e o teclado do iPhone ocupa dali para baixo. Ela abre uma área, o teclado sobe, e o painel inteiro, incluindo o botão de fechar, fica coberto. O iOS não encolhe o espaço de página quando o teclado abre, e o painel está ancorado ao fundo. Precisa de ser ancorado ao que está de facto visível.

C30Cada toque num chip fecha o tecladoAlto

Escolher uma opção reconstrói o painel inteiro, o foco cai para fora e no iPhone o teclado desaparece. Ela escreve "O que mudou", toca em "Entre um e três anos", e tem de voltar a tocar no campo seguinte para o teclado regressar. Dez áreas, várias vezes cada.

C31Os três campos do painel não têm rótulo nenhumAlto

Verificado em execução: sem identificador, sem rótulo associado, sem nome acessível. Os campos do ecrã de leitura estão corretos. O defeito está exatamente onde ela escreve mais.

C32A escala de texto calcula sobre 16px, não sobre 17Alto

Nunca defini o tamanho na raiz do documento, portanto todas as medidas relativas calculam sobre 16px. A coluna que diz o que ela escolheu em cada área fica a 12,3px reais. A legenda do mapa a 11,7px. Os rótulos dentro do mapa a 10,5px e a 8,5px. Sem a correção da moldura, tudo isto encolhe para menos de cinco pixels.

C33Seis pares de cor falham o mínimo de contrasteAlto

O pior é o chip "Mudar" quando ela o seleciona: branco sobre areia dá 2,91 para 1, quando o mínimo é 4,5. É o estado que confirma a decisão dela e é o que menos se lê. A seguir vêm o "Pode começar por aqui" a 2,64, os textos de estado vazio a 2,83, e as bordas dos campos a 1,57, praticamente invisíveis.

C34Depois de saltar a segunda leitura, não há caminho de voltaAlto

Nenhum botão em nenhum ecrã regressa às quatro perguntas. Somado ao PDF que não as inclui, ela pode nunca as ver, e se as vir e responder, elas não entram no documento.

C35Não é possível desmarcar uma área nem recomeçarAlto

Um toque por engano marca a área para sempre. O marcador muda de cor, o contador sobe, e o mapa desenha um traço que ela não quis. Não existe segundo toque para limpar, nem forma de recomeçar.

C36Voltar três dias depois convida a começar de novoMédio

A nota diz "guardado neste aparelho" e o botão logo abaixo diz "Começar o meu mapa". Ela fica sem saber se vai perder o que fez. A data guardada também não tem ano.

C37Se a plataforma abrir num navegador embebido, não há saída nenhumaMédio

A única forma de tirar o trabalho de lá é a impressão, que em navegadores dentro de aplicações não faz nada e nem sequer dá erro. Ela toca, não acontece nada, e não tem alternativa. Falta uma cópia em texto que possa colar num email para si própria.

C38A entrada promete mais do que o armazenamento pode cumprirMédio

"Pode parar quando quiser e voltar mais tarde, que fica tudo como deixou" é promessa sem condições. Basta limpar os dados do navegador, trocar de telemóvel ou abrir noutro navegador para deixar de ser verdade. A frase precisa de qualificação, sem alarme.

C39Código morto e uma chave de teste esquecidaMédio

Uma condição que devolve o mesmo valor nos dois ramos, e a chave de sondagem do armazenamento que fica lá quando a escrita falha a meio. Pequenos, mas meus.

Não precisa de decisão · o meu documento está errado

A spec afirma coisas que o código não faz

Isto importa mais do que parece: enquanto a spec mentir, qualquer plano construído a partir dela nasce errado.

S1 a S8Oito afirmações falsasAlto

A spec diz que o mapa está aberto desde o início, e está atrás de um botão no segundo ecrã. Diz que as seis perguntas estão lá, e são quatro. Diz que o texto livre do tempo vai para o PDF, e nunca é lido. Diz nunca abaixo de 18px, e nada chega lá. Diz contraste verificado em todos os pares, e há texto a cerca de 2,9 para 1. Diz que funciona sem internet, e as fontes vêm de fora. Diz que o ficheiro para guardar e transportar entra nesta entrega, e não existe uma linha de código dele. E diz que o Módulo 1 está completo do primeiro ecrã ao PDF, o que não é verdade enquanto faltar o ficheiro.

Decisão da Sónia

Onde as duas fontes se contradizem

Dois auditores acusaram de violação palavras que são literalmente dela, cada um porque só tinha metade dos documentos. Não corrijo isto sozinho.

D1Os títulos da síntese afirmam vontade em nome dela

Briefing, secção 7: "Mudanças que quero preservar", "Mudanças que preciso de compreender melhor", "Mudanças que começo a sentir necessidade de transformar".

Módulo: a pergunta que ela respondeu é "Gostaria de preservar, mudar ou compreender melhor?", no condicional.

A participante toca num botão que diz "Mudar" e o documento devolve-lhe, na primeira pessoa, que começou a sentir necessidade de transformar. Manter as palavras do briefing, ou aproximá-las do condicional do módulo?

D2O que é "maior movimento"

"Áreas onde sinto maior movimento" é título dela. Mas o módulo não hierarquiza nada, e eu resolvi a hierarquia sozinho ordenando por antiguidade, o que equipara duração a intensidade. Ela nunca disse isso. Três saídas: perguntar-lhe diretamente onde sente maior movimento, deixar pela ordem em que respondeu, ou mudar o critério com a Sónia.

D3 e D4Já pendentes: o radar do Módulo 2 e a matriz do Módulo 5

Sem alteração. Continuam na nota que lhe foi enviada.

D5O briefing do Módulo 5 continua em falta

O ficheiro com esse nome contém uma cópia do briefing do Módulo 6.

Já decidido

Achados que rejeitei

R1"Comece aqui" como violação

O auditor leu a etiqueta como se fosse conteúdo clínico. É navegação, e existe por causa da decisão de abrir com uma dimensão acesa. Ficou o ajuste de tom: passou a "Pode começar por aqui", que é a construção que o próprio módulo usa quando convida sem mandar. Já aplicado.

R2 e R3Reescrever os títulos da Sónia

Dois auditores propuseram renomear "Áreas onde sinto maior movimento" e reescrever os três títulos de intenção. São palavras dela. Vão como decisão em D1 e D2, não como correção.

Opções em aberto

Alternativas, com a origem à vista

Roda da vida, a teia

Origem
Conversa entre a Sónia e a Jacqueline. Não é ideia solta minha.
Ganha
Uma silhueta reconhecível, que fica na memória e que dá vontade de guardar.
Custa
Na gramática da roda da vida, traço curto lê como nota baixa. Aqui traço curto é mudança recente ou área estável, e o módulo diz por escrito que estável não é pior. Mitigado ligando o fio apenas às áreas em transformação.

As três visualizações lado a lado

Origem
Pedido de comparação, para escolher com as três à vista.
Ganha
Decisão informada em vez de decisão sobre gosto.
Custa
Nada. É material de trabalho, não é uma peça a entregar à participante.

Barras no PDF, mapa no ecrã

Origem
Proposta minha, a partir do pedido de experimentar barras.
Ganha
Em papel A4, barras horizontais leem-se melhor do que qualquer círculo, e é ao papel que ela volta meses depois.
Custa
Duas representações para manter. E o briefing pede um mapa, não um painel.

Proposta

Por que ordem corrigir

  1. Primeiro, o que impede de usar ou destrói trabalho. A moldura em falta, a gravação que não grava, o painel atrás do teclado, o PDF que leva um ecrã só e corta o texto a meio, e os tamanhos de letra. Sem isto, nada do resto interessa, porque ela não consegue ler, não pode confiar que fica guardado, e não leva consigo o que escreveu.
  2. Depois, corrigir a spec. As oito afirmações falsas. Enquanto o documento mentir, qualquer plano feito a partir dele nasce errado.
  3. Depois, o que contraria a Sónia. C1 e C2 são reconstrução, não retoque: o mapa passa a ser a superfície de trabalho e ganha ligações entre áreas. C3, C4 e C5 vêm atrás.
  4. Depois, o que contraria o módulo. A janela de cinco a dez anos, as duas perguntas cortadas, as instruções de abertura e a secção de interpretação.
  5. Depois, o que ela escreve e não vê. Os campos que desaparecem, o PDF com cara de formulário, o texto que some ao mudar de estado.
  6. Por fim, voz e acabamento. O espelho, a legenda, os nomes por inteiro, a concordância.
Os quatro relatórios estão integrados. As correções de C1 a C39 não foram aplicadas: aguardam a vossa aprovação, com exceção do ajuste de "Pode começar por aqui", que já está no protótipo.